segunda-feira, 24 de outubro de 2011

morte da porta estandarte

Rosinha meu amor
O medo de perde-la
Só atiça minha dor

Sonho com sua dança
Madureira nunca viu
tanta formosura e elegancia

Mas você minha dama
Com todo esse gingado
Deixa todos apaixonados

Corrou-me de ciúmes
Porque tu minha rosa
Não pertence só a mim

Não suportei todos adimirando-te
Apesar de tanta alegria
Quis guardar-te

Mas como ser somente minha?
E em um ato de amor
Te mandei para o céu

Agora sim minha rainha
Em meu coração e memória
Pode ser somente minha

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