Mauritus Cornelis Escher
Apresentaremos no próximo slide um exemplar da obra de Escher em cada uma de suas fases.
Devido à enorme quantidade de trabalhos é que as obras foram divididas em vários períodos cronológicos.
Devido à enorme quantidade de trabalhos é que as obras foram divididas em vários períodos cronológicos.
1.Trabalho inicial de 1916 – 1922
2.Período italiano de 1922 – 1935
3.Suíça e Bélgica 1935-1941
4.Retorno para a Holanda 1941 – 1954
5.Reconhecimento e sucesso 1955-1972
Análise da imagem da obra ou das obras e as sinalizações mais importantes de suas características
Os trabalhos de Escher são muito variados e demonstram um fascínio com diversos problemas da
representação bidimensional. Uma das preocupações centrais de Escher é a ilusão que uma gravura plana fornece de uma visão a três dimensões. O que lhe interessava, sobretudo, era o conflito das perspectivas.
Na gravura “Mãos a desenhar”, de 1948, mostra-nos uma mão que desenha uma mão, que desenha uma mão, que desenha uma mão… As mãos pertencem simultaneamente a um mundo
plano e a um mundo com volume. Surgem daquele para este. Escher argumentava que estamos treinados para ver num quadro uma superfície ou um volume. Uma coisa ou outra. Escher pretendia provocar o conflito das representações.
Na gravura “Relatividade” de 1953 aparecem três mundos completamente diferentes, mas unidos num mesmo desenho. Em cada um dos grupos a perspectiva é coerente, criando um
mundo próprio. Mas o teto de um dos mundos é uma parede de um outro. Na junção de um mundo com outro, o que para um é uma porta, para outro é um alçapão. Duas das escadas centrais podem ser utilizadas dos dois lados - têm um mundo de um lado e outro do outro. Cada um dos mundos tem gravidade própria e cada uma delas atua em direções diferentes. Um dos mais interessantes efeitos de surpresa desta gravura é introduzido pelas pessoas que se parecem passear por mundos que não são os seus.
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